Véio, como eu me divirto vendo essa série!
São tantos personagens
ilários que nunca tinha visto em nenhuma outra série de TV.
A série que retrata a infância e
adolescência do
ator e comediante
Chris Rock e sua formidável família começa quando aos 13 anos de idade , se muda com a família para a famosa
Bed-
Stuy. Entre os anos de 1982 a 1987,
Chris vive muitas aventuras, alegrias, tristezas, realizações, etc...Mostrada até as vezes um pouco exagerada, mas de uma forma muito humorística.
Sou grande
admirador e sempre que posso vejo.
Penso em ter em
DVD os 88 episódios para quem sabe um dia ver com meus filhos e amigos dos meus filhos.
Alguns personagens tenho que ressaltar aqui, e são eles:

- o
Drew ( irmão do mais novo do
Cris): engraçado alguns episódios em que ele e a
Tonya ficam passando trote quando sua mãe não está em casa ou quando ele fica desfilando em sua casa com sua
beca e a
Tonya esfrega sorvete nela, entra outros episódios. ( o
Drew é sempre
paquerado pelas meninas da
vizinhança)

- a
Tonya ( irmã do
Chris): nossa, que eu a acho enjoada e chata. Sempre ferra o
Drew ou o
Chris em alguma situação.
Tonya e sua
admiração e deslumbre por
Billy Ocean (
rs) .

- o Julius ( pai do
Chris): nunca vi homem tão pão duro como esse
carinha. Faz questão de centavos (
rs) e sempre sem com aquela "sabe quanto isso custa?" (
rs). Mas algumas falas são verdadeiros ensinamentos para nós. Fiquei triste em saber que na vida real ele morreu em 1988 por
consequência de uma
cirurgia para tratar de uma úlcera no estômago.

- a
Rochelle ( mãe do
Chris): me
surpreende ver que ensinar as vezes os filhos na base do "cinto" dá certo. Muito engraçado ela dançando James Brown e vestindo o
Chris de Prince e pedindo aquele
gritinho (
rs). Acho ela muito parecida com alguma pessoa com alguém que conheci mas não lembro no momento quem é.

- o
Greg ( melhor amigo do
Chris): companheiro e conselheiro de todas as horas e único que aceitou de braços abertos o
Chris numa escola quase que
totalmente de brancos. Engraçado demais os presentes feitos de macarrão que ele fazia para a mãe e para o pai. Não sei ao certo quando ele perdeu a mãe, pois alguns episódios que eu vi já não se falava de sua mãe.

- o
Caruso (o terror do
Chris na escola): escrevendo aqui lembrei do episódio que o
Chris vai sair de férias e arma de ferrar o
Caruso em alguma coisa, mas o que? Ele então segue o
Caruso um dia e percebe que ele gosta de gatinhos. Então arma na escola algo para incriminar o
Caruso e ele ser suspenso e então sentir que deu o troco no
carinha,
mas no final da história ele acaba até com as aulas por causa de sua travessura e acaba ficando de
recuperação e vai ver o
Caruso durante suas férias, coisa que ele não queria de jeito algum.

- o Perigo (vendedor de mercadorias falsificadas do bairro): o episódio do "Puro
Vudu" eu me acabei de rir. E parece muito
alguns brasileiros metidos a espertos e malandros. (Pena que não consegui uma foto legal desse
carinha).

- o senhor Omar (vizinho do
Chris): incrível como aparecem tantas "amigas" para visitá-lo. E sua famosa frase "Trágico".
Carinha que caiu muito bem na série.

- a senhorita
Morello (professora do
Chris): na verdade além de se amarrar na cultura
afro descendente, ela também se amarra num
afro descendente. Gosto muito de como ela "tenta animar" o
Chris.
(não consegui achar uma foto melhor dela).

-
Malvo (assaltante,
trapaceiro,
verdadeiro comédia do bairro): o
Chris dando uma de professor dele para entrar na escola foi uma comédia total. Ele vê que não têm graça ser
bonzinho e estudar (
rs).

-
Jerome ( também
ladrãozinho do bairro): " E aí
carinha que mora logo ali, me passa 1 dólar!" (
rs)
Como a série é baseada na vida de
Chris eu colocarei a foto dele por questão de ser o principal da história.
Não sei vocês, mas em minha opinião o mais engraçado da série se chama Golpe Baixo. Um velho mendigo do bairro que me faz chorar de tanto rir todas as tardes. Sei que um grande amigo meu, o
Léo também gosta dele, e é disso que quero começar aqui a contar.
Primeiro veio a
apresentação de
alguns personagens e depois o por que do título dessa
postagem.
Bem, esse mês fui com
Moriá para a Barra da
Tijuca onde
íamos nos encontrar com um querido amigo de
Belford Roxo que lá foi convidado para pregar.
Cortando algumas coisas que percebi lá e durante o caminho até a Segunda Igreja
Batista onde fomos vou voltar-me para a pregação do
Léo lá.
Deram um tema para ele e tal cujo era, "Vocês estão prontas para o combate ou batalha?" que não me lembro direito agora, o
Léo estava meio abalado como muitos de nós que vimos as cenas trágicas da Região Serrana e disse que a palavra ia ser curta e talvez não teria muito haver com o tema da noite de culto de jovens da igreja.
Me chamou bastante a atenção na pregação do
Léo sobre o testemunho de um velho amigo dele e da galera que se reunia com eles na praça nos domingos de comunhão. Ele falando sobre o Golpe Baixo e tal, personagem que amo e veio dizendo sobre um certo episódio que lhe chamou muito a
atenção, o dia em que o Golpe Baixo visita a mãe com o
Chris.
Um episódio verdadeiramente cristão sobre o ponto de vista de não se apegar a dinheiro, não ter
ganância e
compartilhar o que têm sempre.
Não
me lembro perfeitamente sobre o episódio, mas acho que comecei meio que errado a
postagem podendo sim colar cenas desse tal episódio que encontrei na
Internet e do próprio Golpe Baixo.

O famoso Golpe Baixo

Lugares inusitados que
aparece frequentemente

Sua casa que é muito interessante

Cena sobre episódio em questão. A visita do Golpe Baixo a sua mãe podre de rica.
A pregação teve comparação ao Golpe baixo mas que a ver com a vida de um senhor que morava na praça em
Belford Roxo, tinha quase que uma casa de papelão também e que aceitou a Cristo em um dos encontros da galera de lá.
Seu nome é seu Zé, e o
Léo retratou bem as suas reuniões com a presença do tal que chegava para seus 3 cães e dizia "olha, eu vou ali com os manos ali e vocês vigiem a casa
heim" e que obedeciam. Que durante uma pregação sobre DAR O SEU MELHOR PARA DEUS, não em termos de dinheiro que sou contra a Teologia da Prosperidade e o
Léo também, mas ser o melhor para Deus ( o que entendo a respeito). A palavra ficou gravada em seu coração de seu Zé. Na outra reunião faz o que todos menos esperavam, aparece na reunião com um um saquinho com uma
esfirra de uma marca famosa,
quentinha embrulhada e ninguém entende nada.
Na hora da oferta onde o
Léo pega seu boné e passa entre a galera o seu Zé vai e coloca seu
esfirra lá. Depois de passada resolvem perguntar a seu Zé o por que colocou seu talvez único
alimeto do dia no boné que representava uma
cestinha e diz que quando acordou Deus tocou em seu coração que ele devia dar se melhor nem que fosse seu melhor alimento ou talvez único do dia.Bem, o culto acabou depois de tal resposta onde todos só choravam e choravam, resolveram devolver a
esfirra para seu Zé dizendo que ele podia
concerteza ficar com a
esfirra que foi logo devorada pelo tal (
rs). A oferta da noite foi dada para o seu Zé, que era realmente o certo a se fazer.Acabando o culto o
Léo e
Dd foram levar a galera nos pontos de
ônibus e voltando depois passaram pela praça e viram
suspreendentemente seu Zé que comprou com a grana da oferta umas três pizzas e uma Coca Cola e entre 3 mendigos amigos seus que estavam em volta realizou a Santa Ceia, levantando a pizza e expressando para Deus que o que ele tinha era uma pizza, mas simbolicamente seria seu Corpo; Levantando um copo de Coca Cola, expressou para Deus que aquilo poderia ser um simples copo, mas ali seria seu Sangue. Dando graças como aprendeu com o
Léo celebrou o momento ali em memória de Cristo.
Léo disse que nunca mais viu o seu Zé depois daquele dia, mas sabe que onde
estiver está servindo, pregando e
vivendo o que aprendeu naquelas reuniões.
Sobre o episódio de Todo Mundo Odeia o
Chris o Golpe Baixo(morador de rua) tem em sua casa uma mala que sua mãe (podre de rica) deixou com ele para se sustentar durante um tempo e dentro tinha o endereço de sua casa para que viesse visitar ou morar coisa que ele nunca quis.
Quando passar esse episódio veja por favor!
A frase que me pegou desse episódio em relação a vida que ele leva e ama viver assim é que frente a frente com uma mala cheia de dólares ele diz para mais ou menos assim: "eu não preciso disso para ser feliz".
Brooklim 1982...