Vindo no ônibus meio abalado por algumas coisas que andam rodeando minha mente e minha vida, deu uma vontade enorme de expor ao Pai em letras o que meu coração anda querendo falar mas de minha graganta não passa.
Escrevo não para tentar fazer poesia, mas para ser entendido como só o Senhor sabe.
Escrevo para que todo esse sofrimento acabe logo.
Escrevo retirando todo esse fardo pesado que eu mesmo pus e quero que seja tirado de meus ombros.
Escrevo como última forma que encontrei para lhe dizer como me sinto meu Senhor, Pai, Amigo e Companheiro de vários e vários momentos alegres e amargos dessa vida vertical.
As palavras saíram tortas no papel, mas aqui fica mais fácil de Você ler:
Uma lágrima escorre dos meus olhos no escuro que me encontro.
Cegueira de não conseguir de ver como antes.
Coração doe, pernas ficam mole parecendo que querem por conta própria cair ao chão de vergonha.
Não consigo conter o muro que eu mesmo construi, talvez para não te ver ou me cobrir de meus desejos sujos e nojentos.
O que posso fazer sem Sua companhia?
Como posso enchergar o que antes via a minha frente?
Palavras percorrem minha mente, assim como um guepardo corre pela savana.
Sofro por não te ouvir nas noites solitárias, pois me sinto surdo diante das circunstâncias.
Se posto diante de um desejo do Senhor para comigo, sou um pouco oposto ao Rei Salomão, pediria que o Senhor nunca me deixasse esquecer de quão belo são os seus caminhos e mandamentos.Amém!
Vim escrevendo escutando essa canção do Matisyahu chamada Silence, mesmo nome do título desta postagem.
Que o Senhor sejas sempre o meu desejo maior!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
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